sexta-feira, 1 de setembro de 2017

ESTÁ A CHEGAR O PRIMEIRO DIA…






Truz, truz… Está a bater à porta o novo ano letivo e com ele espreitam as dúvidas sobre o polémico tema da ADAPTAÇÃO!

·    Será que o meu filho vai ficar bem?

·    Será que lhe vão dar a devida atenção?

·    Será que o vão mimar?

·    Será que fiz a escolha certa?

·    Será…? Será…?

Estas são algumas das dúvidas, que a experiência nos traz que inquietam os pais, principalmente nos primeiros dias. Todas elas , são compreensíveis, pois vão  confiar-nos o seu bem mais precioso: os filhos!

E cá estamos nós,  de braços abertos para responder a todas estas questões  e fazer valer este grande voto de confiança que nos dão! Ainda assim,  não se esqueçam:  o processo de adaptação exige um super trabalho de equipa entre o colégio e os pais!

Vamos a isto? Que estratégias podem ajudar?



1.    Atitude dos pais: começar com tempo e ser POSITIVO:

Já passaram por cá? Apresentaram o espaço aos vossos filhos? Conheceram a educadora? Visitaram a sala e por ela divagaram um pouco? Procurem falar com entusiasmo da nova escola que os espera!

Saber para onde vão e experimentar um ambiente positivo e de alegria à sua volta torna as crianças mais seguras. Dedicamos os dias 7 e 8 de Setembro para que haja espaço para estes primeiros contactos/relações.



2.     Rotinas e Boas noites de Sono para a criança

Procurem determinar rotinas para a manhã e tentem cumpri-las todos os dias.

Rotinas e rituais dão estabilidade à criança para enfrentar novos desafios.

Lembrem-se que uma boa noite de sono e um sereno despertar permitem que a criança chegue mais bem disposta ao colégio.



3.    Eis que chega o grande dia

Chegou o grande dia,   certos de que tudo vai correr bem, mão na mão e, se possível, pelo próprio pé, vamos começar esta caminhada tão especial.

Procurem comunicar  com as educadoras do seu filho/a : definam juntos as estratégias, pistas e ideias que vão melhorar a adaptação ao novo contexto.



4.    E de manhã, na hora da despedida?

Ficar uns minutos para ambientar, criar um ritual de despedida (beijinho, turrinha, “dá cá mais cinco”), dizer adeus, sorrir e sair com confiança, afirmando que vão, mas voltam para o vir buscar mais logo. Esperar em demasia, negociar a saída ou hesitar aumenta a instabilidade emocional que caracteriza estes momentos ( quer para os adultos, quer para as crianças). E desaparecer à socapa, como se estivesse a fugir? Se isso tiver mesmo que acontecer, nunca se ausente da sala sem “piscar o olho”  à educadora e ela lhe retribuir com um sinal a confirmar que pode ir.





5.    Sim, mas se a criança ficar a chorar? Confiem em nós!



Estamos aqui para pegar nas crianças, aconchegá-las, mostrar os amigos que já estão a brincar. Em breve  vão  distrair-se e a pouco e pouco, entrar nas rotinas.

Chorar é uma das reações normativas  à separação ( e mesmo quando não choram no início podem vir a fazê-lo mais tarde).  Cada criança tem o seu ritmo.

Dentro de portas, dentro de sala, tudo está preparado para que a criança estabeleça relação com os adultos, com as crianças  e com todo o meio envolvente.

Para se sentir pertencente a este novo mundo, a criança precisa de tempo e espaço para o conquistar.

Confiem em nós, porque o nosso (primeiro!) objetivo comum é  fazê-las crescer FELIZES. 



Psicomimos, Serviço de Psicologia do Colégio Eurythmia

(No primeiro dia e em todos os dias do próximo ano apoiar as nossas crianças/famílias)

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